
Após a renúncia do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil), a Prefeitura de Mossoró já está sob novo comando. O então vice-prefeito Marcos Medeiros (Republicanos) foi empossado no cargo na noite desta sexta-feira (27), em solenidade coordenada pela Câmara Municipal de Mossoró (CMM), realizada no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.
Antes da posse, a Câmara Municipal de Mossoró realizou uma sessão extraordinária para formalizar a saída do então prefeito Allyson Bezerra. Durante a sessão, foi feita a leitura oficial da carta de renúncia e, em seguida, o presidente da Casa, vereador Genilson Alves, declarou a vacância do cargo, conforme previsto na legislação.
Em seu primeiro pronunciamento como prefeito, Marcos Medeiros destacou a continuidade da gestão e afirmou estar preparado para assumir a função.
“Eu estou pronto. A responsabilidade é gigante, mas a minha vontade de trabalhar é infinitamente maior”, declarou.
Durante a sessão, o presidente da Câmara ressaltou que todo o processo seguiu o trâmite legal.
“Realizamos uma sessão extraordinária onde lemos a carta de renúncia do prefeito Allyson Bezerra e demos posse ao novo prefeito de Mossoró. O processo seguiu todo o trâmite regimental”, afirmou.
Antes de deixar o cargo, Allyson Bezerra fez um balanço da gestão e destacou a trajetória à frente da Prefeitura. Ele lembrou que assumiu o cargo aos 28 anos, como o prefeito mais jovem da história da cidade, e afirmou ter cumprido a missão confiada pela população.
“Cheguei à Prefeitura sem experiência administrativa, mas com a experiência da vida. Sempre tive a consciência de que poderíamos ir além e fazer mais pelo povo de Mossoró”, disse.
O ex-prefeito também agradeceu à equipe de governo e aos apoiadores, destacando o trabalho realizado em diferentes regiões do município.
A renúncia de Allyson Bezerra está diretamente ligada à sua intenção de disputar o Governo do Rio Grande do Norte. Com a saída da Prefeitura de Mossoró, ele passa a se dedicar integralmente à sua pré-candidatura ao governo do estado.
A decisão também atende ao que prevê a legislação eleitoral, que exige o afastamento de ocupantes de cargos no Executivo até seis meses antes das eleições para que possam concorrer a outros cargos.



