Polícia Civil e Receita Federal realizam maior apreensão de ecstasy da história do RN

Foto: Secoms/PCRN

Uma operação conjunta da Polícia Civil do Rio Grande do Norte e da Receita Federal do Brasil resultou na maior apreensão de drogas sintéticas já registrada no estado. A ação ocorreu nesta quinta-feira (26) e terminou com a apreensão de mais de 5.300 comprimidos de ecstasy e a prisão em flagrante de um homem de 32 anos no bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal.

As investigações tiveram início na quarta-feira (25), quando uma encomenda suspeita foi identificada durante fiscalização de rotina. O pacote, que havia sido enviado do Rio de Janeiro com destino a Natal, levantou suspeitas de conter material ilícito.

A partir da identificação da carga, equipes iniciaram diligências para identificar o destinatário e o local de entrega. Com base nas informações reunidas durante a investigação, a Polícia Civil solicitou autorização judicial para a realização de uma ação controlada e para o cumprimento de mandado de busca e apreensão no imóvel relacionado à encomenda.

Na manhã desta quinta-feira (26), os agentes passaram a monitorar a entrega da carga. Após o recebimento da encomenda, o destinatário foi abordado e preso em flagrante.

Durante o cumprimento do mandado de busca na residência do investigado, foram encontradas porções de cocaína e maconha, além de sacos plásticos do tipo zip-lock, facas com resquícios de substância entorpecente e uma balança de precisão, indicando que o imóvel estaria sendo utilizado como ponto de comercialização de drogas.

A carga ilícita estava escondida dentro de um eletrodoméstico. No total, foram apreendidos mais de cinco mil comprimidos de MDMA, avaliados preliminarmente em cerca de R$ 270 mil.

O suspeito foi conduzido à delegacia para a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil também reforçou a importância da colaboração da população no combate ao tráfico de drogas. Informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

Rolar para cima